Equipe

O Índice de Sigilo Financeiro é possível graças ao trabalho de uma equipe dedicada. Listamos abaixo os indivíduos diretamente envolvidos no desenvolvimento e na pesquisa do Índice de Sigilo Financeiro 2020. Em última instância, toda a equipe TJN colabora com a pesquisa. Além disso, muitos pesquisadores externos apóiam o Índice de Sigilo Financeiro.

Markus Meinzer, coordenador líder do Índice de Sigilo Financeiro 2020, é analista sênior e diretor da Tax Justice Network (TJN) e foi pesquisador líder no Índice de Sigilo Financeiro 2020. Ele possui um PhD em economia pela Universidade de Utrecht, na Holanda. Sua tese analisou as políticas desenhadas pela OCDE entre 2008 e 2018 voltadas para comabter evasão e elisão fiscal. Ele também é autor do livro "Tax Haven Germany" ("Steueroase Deutschland"), publicado em 2015 pela C.H. Beck, e é o principal investigador da TJN no projeto de pesquisa da União Europeia “Combate à fraude fiscal e fortalecimento de agências regulatórias” (“Combating Fiscal Fraud and Empowering Regulator”) (COFFERS, Horizon 2020). Meinzer estudou economia do desenvolvimento como componente da sua formação em Ciências Políticas na Universidade Livre de Berlim e foi estudante intercambista na Universidade de Sussex (Reino Unido). Saiba mais sobre ele em http://steuergerechtigkeit.blogspot.com e @markusmeinzer.

Moran Harari, vice-coordenadora do Índice de Sigilo Financeiro 2020, é pesquisadora da Rede de Justiça Tributária, e também é diretora da Rede de Justiça Tributária Israel, que está sediada no College Management Academic Studies em Rishon Lezion. Moran completou seu LLB na Universidade Hebraica de Jerusalém, e seu LLM em Direito de Direitos Humanos no University College London. Ela trabalhou por vários anos como advogada tributária em Tel Aviv, e trabalhou no campo de responsabilidade social corporativa tanto em Londres quanto em Israel.

Andres Knobel, vice-coordenador do Índice de Sigilo Financeiro 2020, é analista sênior da Rede de Justiça Tributária. Estudou Direito na Universidade de Buenos Aires e foi estudante de intercâmbio na Universidade de Columbia, em Nova York. Concluiu seu mestrado em Direito e Economia na Universidade Di Tella, com foco em direito tributário e política pública. Seu trabalho se concentra em beneficiários finais, intercâmbio automático de informações e direito fiduciário.

Michèle Andriamparany Davis é pesquisadora da Tax Justice Network para o hub da África Francófona. Tem sete anos de experiência em pesquisa e análise de políticas públicas na África francófona. Antes de se juntar à Rede de Justiça Fiscal, trabalhou durante quatro anos em Adis Abeba, Etiópia, com uma série de organizações internacionais (a União Africana, as Nações Unidas e a Organização Internacional da Francofonia) numa série de questões de política pan-africana, incluindo fluxos financeiros ilícitos. Antes disso, trabalhou na função pública do seu país natal, Madagáscar, inclusive como diplomata no Ministério dos Negócios Estrangeiros e como especialista anti-corrupção no Gabinete Independente Anti-Corrupção.

Mark Bou Mansour coordena as comunicações e campanhas da Tax Justice Network. Anteriormente trabalhou como Gestor de Comunicação no Family and Childcare Trust e no iguacu. Mark tem mestrado em Estudos Sociais e Políticos pela Universidade de Sussex.

John Christensen é economista e auditor forense. Ele é cofundador da Tax Justice Network, e atualmente ocupa a presidência da instituição. Christensen é ex-consultor econômico do governo de Jersey. Além do trabalho junto à TJN, John é membro do conselho da Tax Inspectors Without Borders @TIWB_news. O jornal The Guardian o descreveu como a “improvável autoridade simbólica de uma campanha mundial contra a elisão fiscal”. Sua pesquisa em finanças offshore foi amplamente publicada em livros e teve destaque em diversos programas de TV e documentários.

Alex Cobham é economista e chefe executivo da Tax Justice Network, e comissário da Comissão de Pobreza e Desigualdade para a Escócia. É também membro fundador do grupo diretor da Comissão Independente para a Reforma da Tributação Internacional das Empresas e do grupo técnico consultivo para o Fair Tax Mark. O seu trabalho centra-se nos fluxos financeiros ilícitos, na tributação efetiva para o desenvolvimento e na desigualdade. Foi pesquisador da Universidade de Oxford, Christian Aid, Save the Children e do Centro para o Desenvolvimento Global, e realizou amplas consultas, inclusive para a UNCTAD, a Comissão Econômica das Nações Unidas para a África, o DFID e o Banco Mundial. Alex acaba de publicar dois livros: The Uncounted, da Polity Press; e Estimating Illicit Financial Flows (Estimativa de Fluxos Financeiros Ilícitos): A Critical Guide to the Data, Methodologies, and Findings, escrito com Petr Janský, pela Oxford University Press.

Maïmouna Diakité foi pesquisadora da Rede de Justiça Fiscal entre 2018 e 2019, com sede em Dakar, no Senegal. Concluiu o doutoramento em Economia no CERDI (Universidade de Clermont Auvergne, França) com ênfase em assuntos fiscais e econometria aplicada. Antes de integrar a Rede de Justiça Fiscal, adquiriu experiência na mobilização de receitas internas nos países em desenvolvimento (nas áreas de harmonização fiscal, eficiência dos sistemas de IVA e tributação das receitas das indústrias extractivas) na Comissão da União Económica e Monetária da África Ocidental, na Divisão de Política Fiscal do Fundo Monetário Internacional e mais recentemente como Economista Consultora do Banco Mundial.

Rachel Etter-Phoya é uma investigadora da Rede de Justiça Fiscal. O seu trabalho centra-se na África anglófona e ela está baseada em Lilongwe, Malawi, onde cresceu. Rachel tem um LLM em Direito dos Recursos Naturais (Universidade de Dundee) e um MSc em Desenvolvimento Rural (Royal Agricultural University). Ela trabalhou anteriormente com a organização malawiana de direitos humanos Citizens for Justice e a Revenue Development Foundation, com foco nas indústrias extrativas.

Javier Garcia-Bernardo é cientista de dados da Tax Justice Network. Concluiu seu doutorado com o título "Evasão fiscal por empresas multinacionais" no grupo CORPNET da Universidade de Amsterdã. Antes disso, fez seu mestrado em Ciência da Computação na Universidade de Vermont, especializando-se em Sistemas Complexos.


Verónica Grondona é economista (Universidade de Buenos Aires) com pós-graduação em Finanças (UTDT), e atualmente está em um programa de doutorado em Economia do Desenvolvimento (UNQ, Argentina). Depois de ter trabalhado como consultora em preços de transferência para empresas multinacionais da PwC e da Transfer Pricing Associates com sede em Buenos Aires, Madrid e Amsterdam entre 2002 e 2007, Verónica aderiu ao movimento de justiça fiscal em 2013, inicialmente por meio da pesquisa para o Centro de Economía y Finanzas para el Desarrollo de la Argentina (CEFID-AR), e entre  2016 e 2019 como assessora do Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Nórdica Verde (GUE/NGL) no Parlamento Europeu em relação à Comissão de Inquérito dos Documentos do Panamá e à Comissão Especial sobre Criminalidade Financeira, Evasão Fiscal e Evasão Fiscal.

Layne Hofman é gerente de projetos da Rede de Justiça Tributária para o trabalho de sigilo financeiro da Rede. Layne estudou Ciência Política e Direitos Humanos no Agnes Scott College, na Geórgia, EUA. Ela tem experiência em gestão de projetos de ONGs e defesa de direitos humanos, com base em seu trabalho anterior no relatório da sociedade civil para a Revisão Periódica Universal dos Estados Unidos, bem como em seu tempo passado na Population Services International apoiando programas de saúde pública e marketing social na América Latina e no Caribe.

Shanna Lima é pesquisadora do projeto FASTLA (Tax Justice Network's Financial Secrecy and Tax Advocacy in Latin America). É mestre em Estudos de Desenvolvimento pelo Instituto de Estudos de Desenvolvimento (IDS) da Universidade de Sussex e mestre em Economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Antes de ingressar na Rede de Justiça Tributária, Shanna trabalhou por vários anos como gerente de projetos no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

Lucas Millán é um pesquisador da equipe de sigilo financeiro da Tax Justice Network. Ele estudou na França e nos Estados Unidos, completando o bacharelado nas universidades Pierre et Marie Curie e Panthéon-Assas, seguido de mestrados nas universidades de Paris-Sorbonne e Boston. O seu percurso académico levou-o da matemática e direito, às relações internacionais e, finalmente, ao direito e política fiscal. Durante a sua formação, Lucas também se familiarizou com a linguagem de programação R. Em estreita colaboração com outros membros da equipe da Rede de Justiça Tributária, ele pesquisa aspectos técnicos da evasão fiscal empresarial, quebrando o véu da complexidade jurídica para lidar com políticas fiscais prejudiciais promovidas em todo o mundo.

Miroslav Palanský é doutorando e pesquisador do Instituto de Estudos Econômicos da Universidade Charles, Praga, e cientista de dados da Rede de Justiça Fiscal. Através da sua pesquisa, ele pretende ajudar na luta contínua contra a corrupção, abuso de impostos e segredo financeiro. É mestre em Economia pela Charles University e em Econometria pela Aix-Marseille University.

Neerali Gajjar é estagiária do Índice de Sigilo Financeiro. Neerali trabalhou no setor de ONGs/NPO e em empresas com foco digital, tendo vivido e trabalhado na Coréia do Sul. Estudou na Universidade de Witwatersrand, recebendo um mestrado em Ciência Política e na Universidade da Cidade do Cabo recebendo um Hons em Relações Internacionais e um BCom em Filosofia, Ciência Política e Economia.